Produções

mulheres.só

Em Carteira

Uma abordagem ao universo feminino, protagonizado por duas mulheres, cada uma em sua situação mas tendo ambas em comum a experiência da prepotência masculina e a solidão das suas vidas. Os textos retratam situações do quotidiano que são potenciadas no seu desfecho dramático por elementos de desespero existencial, contudo abordadas com uma ironia desconcertante. Coragem suprema é a dos autores! No dizer de Franca Rame, “Há dois mil anos que choramos. Vamos agora rir, rir de nós próprias”.

Ficha Artística e Técnica
Textos: Jean McConnell, Dario Fo/Franca Rame e Charo Solanas
Tradução: Maria de Fátima Pena dos Santos
Dramaturgia e Encenação: Luís Vicente
Intérpretes: Elisabete Martins e Glória Fernandes
Assistência de Encenação: Tânia Silva
Cenografia: Tó Quintas
Figurinos: ACTA
Desenho e Operação de Luz: Paulo Santos
Sonoplastia: Paulo Santos
Operação de Som: Tânia Silva
Produção Executiva: Elisabete Martins
Secretariado: António Marques
Direcção de Produção: Luís Vicente

Dados Sobre Intinerância (Em Carteira):

Público-alvo: Geral
Classificação etária: Maiores de 16

Tempo de montagem: 2 tempos (manhã e tarde)
Tempo de desmontagem: 3h00
Duração do espectáculo: 1h30, com intervalo

Refeições: 4 almoços e 4 jantares x 3 dias (chegada, espectáculo, partida)
Alojamentos: 4 singles x 2 noites
Transportes: 2 viaturas x €0,39/Km
Camarins: 1 individual (1 x 2 pessoas)

Cachet:
1 Espectáculo - €2500,00
2 Espectáculos - €4000,00
3 ou mais espectáculos - €1500,00/espectáculo

Da Imprensa:

"Mulheres à beira de um ataque de nervos"

"Duas mulheres, duas histórias, em comum o desespero."

"(...) Estão desesperadas, nervosas, mas ainda conseguem rir delas próprias. Foi assim há oito anos e ainda continua a ser, mesmo depois da viragem do século."
Barlavento, Filipe Antunes, 18/10/2007

"O espectáculo não é linear. mulheres.só é composto por um diálogo e dois monólogos. São histórias independentes, de personagens diferentes. As actrizes Elisabete Martins e Glória Fernandes, dão vida a mulheres em situações do quotidiano cujo desfecho dramático está sempre relacionado com uma crise existencial.(...) A peça é um remake de Mulher, mulheres que a ACTA levou à cena em 2000. Na altura, foi a sétima produção da companhia que agora regressa com novas roupagens"
Viva Algarve, 11/10/2007

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Estreia: 11/10/2007

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