Trata-se de um espectáculo composto por três monólogos de Gil Vicente, no feminino. Partindo de uma jovem em idade de devaneio amoroso, passa-se para uma idade madura em que se pondera o inconveniente de um contrato do qual, quem está a sofrer as consequências é a sua jovem filha e, finalmente, temos uma viciada sexagenária que faz a apologia da legalização do álcool.
Esta trilogia fala-nos de 500 anos de vida do Homem Político-religioso.
Ficha Artística e Técnica Texto: Gil Vicente Dramatização: José Louro Encenação: Luís Vicente Assistente de Encenação: Tânia Silva Cenografia: Tó Quintas Figurinos: Esmeralda Bisnoca Música: Sónia “little B” Cabrita (Grémio das Músicas) Intérpretes: Elisabete Martins Fotografia: João Jonas Direcção Técnica: Noé Amorim Direcção de Produção: Luís Vicente
Da Imprensa:
"(...) O encenador pôs em cena o camarim, o técnico de luzes e a baterista porque todos estes componentes do teatro costumam estar escondidos e foi para que nós pudéssemos ver como as coisas se fazem atrás do palco. De uma maneira geral todos os alunos gostaram deste desocultar do que habitualmente se esconde, sentindo-se assim mais cúmplices do espectáculo.
(...) O espectáculo começa e desde logo os alunos são arrebatados pelo génio interpretativo de Elisabete Martins (...)
(...) Não sendo de puxar ao sentimentalismo, o terceiro pranto tocou os alunos de uma forma muito forte.
(...) Fica-nos a certeza de que este é um bom espectáculo, capaz de fazer interessar o público mais avesso. Jornal do Algarve, Ana Oliveira, 09/02/2006