Paris. Finais do século XIX. A baronesa, personagem de cultura, sensibilidade e elegância, encarnação de um certo ideário humanista europeu, decide tomar ao seu serviço uma jovem rapariga rústica e inculta que tinha sido, desde menina, criada numa pocilga com os porcos... Em homenagem a Jean-Jacques Rousseau a Baronesa idealista dará a esta "boa selvagem" o nome de Emília. O destino reúne assim duas mulheres que encarnam e resumem dicotomias epistemológicas fundamentais da cultura ocidental: ser/saber; razão/paixão; natureza/artifício; inato/adquirido... A preciosa aristocrata e a criança selvagem domesticada vão confrontar-se e acabam por se influenciar mutuamente.
Ficha Artística e Técnica Texto: Michael Mackenzie Encenação: Isabel Pereira dos Santos Música: Zé Eduardo Figurinos e Execução: Esmeralda Bisnoca Intérpretes: Elisabete Martins e Glória Fernandes Assistente de Encenação: Maria João Cenografia e Execução: Tó Quintas Desenho de Luz: Noé Amorim Fotografia: Telma Veríssimo Apoio Editorial e Promocional: Ana Cristina Oliveira Direcção Técnica: Noé Amorim Direcção de Produção: Luis Vicente
Da Imprensa:
"[...] o espectáculo [A Baronesa e a Porca] conta com uma belíssima interpretação de Glória Fernandes e Elisabete Martins." Magazine do Algarve, Maio 2001
"O seu maior desempenho enquanto actriz [Elisabete Martins] acontece, também em 2001, em "A Baronesa e a Porca", de Michael Mackenzie, encenada por Isabel Pereira dos Santos." Cristina Pinto, Barlavento, 21/03/2002