Trata-se de um espectáculo onde ao humor e à ironia se juntam a crueza de textos sobre a relação homem/mulher e a questão de igualdade de oportunidades. Os textos são particularmente insidiosos no que respeita à acusação das idiossincrasias dominantes nas sociedades patriarcais. Estas três curtas histórias irão certamente contribuir para uma reflexão bem disposta sobre a condição feminina, fazendo jus às palavras de Franca Rame: “Há dois mil anos que choramos. Vamos agora rir, rir de nós próprias.”
Ficha Artística e Técnica Textos: Jean McConnell, Charo Solanas e Dario Fo/Franca Rame Dramaturgia e Encenação: Luis Vicente Cenografia e Execução: Tó Quintas Figurinos: ACTA Intérpretes: Glória Fernandes e Maria João Operação de Som e Luz: Francisco Costa Fotografia: Telma Veríssimo Direcção Técnica: Noé Amorim Direcção de Produção: Luis Vicente
Da Imprensa:
"As actrizes Maria João e Glória Fernandes dão corpo e alma às mulheres que em palco vão relatando as suas amarguradas experiências." Sultício, Abril 2000
"O esforço heróico de uma Companhia que continua a precisar de apoios para continuar, e cuja actividade intensa, culta e de qualidade mais que comprovada, não depende apenas da boa vontade dos que integram o grupo." Ana Músico, Jornal do Algarve, 20/04/2000
""Mulher, mulheres", a ver pela qualidade e actualidade dos textos, era um aposta ganha à partida, a que se viriam juntar duas belíssimas actrizes, Glória Fernandes e Maria João, que, com brilho e profissionalismo, deambularam pelos textos, brincaram com as frases, e esse gozo era visível, puxaram palavras, sorriram, gritaram, encantaram, por si só." Ana Músico, Algarve Mais, Dezembro 2000