Tó Quintas
Cenógrafo/Aderecista

ACTA - Tó Quintas

Fez a sua formação em Gestão na Escola Agrária de Tavira. Executou trabalhos de montagem de equipamentos electrónicos, foi técnico de som, escriturário, executou artesanato e maquetismo em projectos de arquitectura. Nos anos 80 fez teatro no Círculo Cultural do Algarve. Desde 1997 que é autor de cenografias teatrais, designadamente, Casa de Bonecas, de Ibsen, O Concerto de Santo Ovídio, de António Buero Vallejos, Os Gigantes da Montanha, de Luigi Pirandello, As Moscas, de Jean Paul Sartre, encenações de Pedro Wilson e Cartas de Fuzilados, encenação de Andrejz Kowalski, para o SIN-CERA – Grupo de Teatro da Universidade do Algarve; Maria Adelaide, de Manuel Teixeira Gomes, com encenação de Pedro Santos para o grupo Ideias do Levante. Executou também trabalhos no Cinema e na Ópera. Desde a formação da ACTA que é autor das cenografias e adereços dos espectáculos produzidos pela Companhia. A sua natural propensão é o engenho e a invenção de coisas nunca vistas; célebre é a sua criação da máquina de terramarear para o espectáculo da ACTA Auto das Andanças, baseada nos mecanismos motores de insectos voadores, a qual máquina se autonomizou do referido espectáculo para iniciativas várias e diversas em estabelecimentos prisionais, concentrações motards, ralis e exposições.

Críticas da Imprensa

Auto das Andanças

“Fundamental no desenrolar da trama, foi a máquina de terramarear, um misto de barco, carro e insecto, construída por Tó Quintas.”
Pedro Maia, Barlavento, 27/07/00

“O trabalho de Tó Quintas só foi possível graças à personagem eclética que ele é: homem do teatro, do aero-modelismo, da arquitectura teatral.”
V. G., Barlavento, 20/07/00

"Tó Quintas foi, como poderíamos assim sintetizar, a revelação do ano [...] Cenógrafo, ele concebeu para a peça "O Auto das Andanças", [...] uma autêntica máquina de viajar que percorreu o Largo bem ao jeito da passarola de Bartolomeu de Gusmão. Um trabalho de invenção e criatividade notáveis, partindo da observação do organismo de uma mosca. Tó Quintas em 2000 esteve presente também no Festival Atlântico, nos Açores, onde concebeu a cenografia de "D. Giovani". É dele também a cenografia de "Linda Inês”
V.G., Jornal do Algarve, 11/01/01

Calígula

“Tó Quintas continua a surpreender pela originalidade com que concebe os cenários.”
Magazine do Algarve, 02/01

Auto da Frequentada

"(...) Uma chamada de atenção para mais um interessante trabalho de cenografia de Tó Quintas, responsável pela concepção e execução da carroça.”
Patrícia Amaral, Postal do Algarve, 09/09/04

Os Fantasmas do Homem do Talho

“Tó Quintas ajuda a evidenciar o trabalho dos actores, [...].”
Ana Oliveira, Jornal do Algarve, 20/10/05